Hoje, quando vejo a fábrica rodando no horário de ponta com a tranquilidade que a gente tem, eu sei que tomamos a decisão certa. A economia que o Jorge prometeu nos estudos não ficou no papel: ela apareceu na fatura desde o primeiro mês. Mas além do dinheiro, o que a gente mais valoriza na LOU foi a postura técnica. Eles não empurraram equipamento; eles entregaram engenharia, cumpriram prazos e estão presentes até hoje na operação. Para quem tem indústria pesada e consome muita energia, ter um BESS com a LOU não é custo, é vantagem competitiva pura.
■ FIM DA CENA
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