Para entender o problema, é preciso entender o chão de fábrica. A produção de álcool a partir do arroz é contínua e pesada. Nós estamos falando de moagem, fermentação, destilação. Motores elétricos operando em regime severo dia e noite. Em uma operação dessas, desligar máquinas durante as três horas mais caras do dia significaria perder produtividade, desestabilizar processos térmicos e comprometer entregas. Reduzir a produção nunca foi opção. O desafio era: como manter 100% da operação rodando sem pagar a tarifa abusiva do horário de ponta?
■ FIM DA CENA
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