LOU EnergiaCase Rozalcool

Entrevista

Jader — Proprietário, Rozalcool Agroindustrial

Jader é proprietário da Rozalcool Agroindustrial, indústria de álcool de arroz em Jacinto Machado (SC). Empresário pragmático, decide com base em números e confiança. A relação com a LOU começou com um estudo de perfil de carga e evoluiu para uma parceria de engenharia de longo prazo, com a LOU responsável pelo projeto, implantação e monitoramento contínuo do BESS.

1.O desafio energético antes do projeto

Como a energia elétrica pesava nos custos da Rozalcool antes do BESS?

Gancho: Peso da fatura e sensação de falta de controle.

O que acontecia na fábrica quando chegava o horário de ponta?

Gancho: Não dava para desligar — produção contínua.

Vocês chegaram a considerar gerador a diesel? Por que não seguiram?

Gancho: Ruído, fumaça, combustível, manutenção.

2.O momento da tomada de decisão

Qual foi sua primeira reação quando a LOU apresentou a proposta?

Gancho: "A primeira reação natural foi de cautela."

O que te convenceu a investir?

Gancho: Precisão da engenharia e clareza do retorno financeiro.

Como foi enxergar o payback no papel?

Gancho: "Os números faziam sentido, o payback era rápido."

3.Implantação e convivência com a engenharia da LOU

Como foi ter a equipe da LOU dentro da fábrica e da subestação?

Gancho: Organização, segurança, prazos cumpridos.

A produção foi afetada durante a obra?

Gancho: Operação preservada durante a implantação.

O que diferencia a LOU de outros fornecedores que vocês já tiveram?

Gancho: "Não empurraram equipamento; entregaram engenharia."

4.Operação atual e resultados percebidos

Como é hoje a fábrica às 17h30?

Gancho: "Tranquilidade" — fábrica rodando normalmente.

Quando vocês perceberam a economia na prática?

Gancho: "Apareceu na fatura desde o primeiro mês."

O que você diria a outro industrial que está avaliando um BESS?

Gancho: "Não é custo, é vantagem competitiva pura."

Respostas esperadas no filme

Cena 05 · A Decisão da Rozalcool: Confiança e Visão

“Quando a LOU Energia nos apresentou a proposta do BESS, a primeira reação natural foi de cautela. Armazenamento em baterias de grande porte ainda é novidade para a maioria dos industriais no Brasil. A gente sempre ouviu falar em gerador a diesel para horário de ponta, mas diesel traz ruído, fumaça, custo de combustível fóssil e manutenção frequente. O que nos convenceu no projeto do Jorge foi a precisão da engenharia e a clareza do retorno financeiro. Os números faziam sentido, o payback era rápido e a LOU assumiu a responsabilidade integral do projeto.”

Cena 11 · A Palavra do Cliente: O Impacto no Negócio

“Hoje, quando vejo a fábrica rodando no horário de ponta com a tranquilidade que a gente tem, eu sei que tomamos a decisão certa. A economia que o Jorge prometeu nos estudos não ficou no papel: ela apareceu na fatura desde o primeiro mês. Mas além do dinheiro, o que a gente mais valoriza na LOU foi a postura técnica. Eles não empurraram equipamento; eles entregaram engenharia, cumpriram prazos e estão presentes até hoje na operação. Para quem tem indústria pesada e consome muita energia, ter um BESS com a LOU não é custo, é vantagem competitiva pura.”

Dicas para deixá-lo à vontade

  • Começar com conversa informal sobre a fábrica, sem câmera ligada.
  • Pedir que ele responda com frases completas, incluindo a pergunta na resposta.
  • Não interromper — deixar silêncios; boas frases surgem depois da pausa.
  • Repetir a pergunta com outras palavras se a resposta vier técnica demais.
  • Jorge fora do eixo de olhar da câmera A, para Jader falar com uma pessoa, não com a lente.
  • Encerrar perguntando: "Tem algo que não perguntamos e você gostaria de dizer?"