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LOU BESS × Rozalcool — Roteiro completo
A inteligência energética por trás de uma indústria de álcool de arroz · Jacinto Machado, SC · 8 min 40 s
Cena 01 — Abertura Industrial: A Força Invisível (00:00–00:35, 35s)
Locação: Externa da Rozalcool ao amanhecer, vista aérea da fábrica, vapores industriais, movimento dos caminhões de arroz.
Personagens: Nenhum (voz em off do Jorge).
Objetivo: Estabelecer a escala da indústria, o dinamismo da produção e introduzir a energia como o motor silencioso que define a competitividade da operação.
Jorge: “Uma indústria nunca para por acaso. Cada tonelada processada, cada caldeira acesa, cada motor girando depende de uma única variável invisível: energia. Em Jacinto Machado, no sul de Santa Catarina, a Rozalcool transforma arroz em álcool com precisão máxima. Mas quando o relógio marcava o início do horário de ponta, a equação da energia mudava completamente. Meu nome é Jorge Lewis, sócio e engenheiro da LOU Energia, e este é o case de como nós mudamos a matriz de custos desta indústria utilizando armazenamento inteligente de energia.”
B-roll: Drone abrindo de cima da Rozalcool mostrando a fábrica entre os arrozais. · Detalhe em macro dos grãos de arroz entrando na moega. · Tubulações industriais, manômetros, vapor saindo das chaminés. · Placa da fábrica com luz da manhã.
Gráficos: Lettering cinematográfico sutil: ROZALCOOL — JACINTO MACHADO, SC · CASE LOU BESS 1.000 kW / 2.150 kWh
Câmera: Movimentos amplos, fluidos, elegantes, transmitindo escala e solidez.
Tom: Firme, sóbrio, pausado, com autoridade de engenheiro e narrativa de cinema.
Cena 02 — Apresentação: Jorge Lewis e a LOU Energia (00:35–01:15, 40s)
Locação: Jorge caminhando dentro do galpão de armazenamento ou na área externa da Rozalcool com a planta ao fundo.
Personagens: Jorge Lewis (apresentando para a câmera).
Objetivo: Apresentar o especialista, humanizar a engenharia e posicionar a LOU Energia como empresa de engenharia aplicada de alto nível, não apenas vendedora de equipamentos.
Jorge: “Na LOU Energia, nós não acreditamos em soluções de prateleira. A indústria brasileira opera sob uma das tarifas elétricas mais complexas do mundo. Você tem o mercado livre, a demanda contratada, a volatilidade dos preços horários e o peso brutal da tarifa de ponta. Quando o time da Rozalcool nos chamou, eles não queriam uma promessa teórica. Eles precisavam de engenharia conectada à realidade financeira. Nós entramos na subestação, analisamos os diagramas unifilares, lemos o perfil de carga segundo a segundo e desenhamos uma solução tailor-made em BESS.”
B-roll: Jorge analisando plantas elétricas em tablet robusto. · Jorge conversando com a equipe técnica da fábrica. · Detalhes de Jorge caminhando com EPIs (capacete, colete, bota) em ambiente industrial.
Gráficos: Lower third: JORGE LEWIS — Sócio e Diretor de Engenharia, LOU Energia
Câmera: Câmera em gimbal com recuo suave à frente de Jorge enquanto ele caminha, mantendo foco contínuo.
Tom: Direto, olho na lente, transmitindo segurança e pragmatismo técnico.
Cena 03 — A Operação Rozalcool e a Demanda Elétrica (01:15–02:00, 45s)
Locação: Interior da fábrica, moagem, destilaria, painéis de comando e motores elétricos de alta potência.
Personagens: Jorge (voz over e trecho em câmera) + operadores da fábrica em ação.
Objetivo: Mostrar a intensidade energética do processo de beneficiamento do arroz e produção de álcool. Demonstrar que a fábrica não pode simplesmente desligar motores.
Jorge: “Para entender o problema, é preciso entender o chão de fábrica. A produção de álcool a partir do arroz é contínua e pesada. Nós estamos falando de moagem, fermentação, destilação. Motores elétricos operando em regime severo dia e noite. Em uma operação dessas, desligar máquinas durante as três horas mais caras do dia significaria perder produtividade, desestabilizar processos térmicos e comprometer entregas. Reduzir a produção nunca foi opção. O desafio era: como manter 100% da operação rodando sem pagar a tarifa abusiva do horário de ponta?”
B-roll: Moagem funcionando em velocidade real e detalhe em câmera lenta. · Turbinas e bombas industriais com mostradores analógicos e digitais. · Operadores monitorando telas SCADA. · Visão geral da linha de envase ou carregamento de caminhões-tanque.
Gráficos: Curva de carga 24h animada: linha contínua e estável entre 800 kW e 1.200 kW, sem queda no horário de ponta.
Câmera: Câmera dinâmica em meia altura, planos cortados no ritmo dos maquinários.
Tom: Envolvente, descritivo, crescendo até a pergunta final.
Cena 04 — O Diagnóstico: O Abismo da Tarifa de Ponta (02:00–02:45, 45s)
Locação: Jorge em frente a uma tela técnica ou tablet na sala de controle da fábrica.
Personagens: Jorge Lewis.
Objetivo: Didatizar a dor econômica do cliente. Explicar com clareza matemática por que o horário de ponta consome as margens da indústria.
Jorge: “Vamos aos números reais do setor elétrico. Durante três horas consecutivas, nos dias úteis, o sistema elétrico nacional entra no que chamamos de horário de ponta. A tarifa de energia chega a ser quatro, cinco, às vezes seis vezes mais cara do que no restante do dia. Para a Rozalcool, consumir energia da rede nesse intervalo de 180 minutos representava um custo desproporcional que drenava mais de cem mil reais todos os meses. Essa distorção tarifária não é um problema sem solução: ela é exatamente a oportunidade onde o armazenamento de energia gera seu maior valor.”
B-roll: Detalhe de faturas de energia reais com marca-texto amarelo nos valores de ponta. · Close no relógio de medição da concessionária girando ou piscando. · Tela de computador exibindo a curva de preços e tarifas.
Gráficos: Infográfico comparativo: barra cinza Fora da Ponta (R$ 0,45/kWh) vs. barra amarela gigante Horário de Ponta (R$ 2,10/kWh).
Câmera: Plano médio de Jorge com a tela técnica compondo o quadro; inserts de faturas em macro.
Tom: Didático, incisivo, como quem revela uma evidência financeira óbvia que a maioria ignora.
Cena 05 — A Decisão da Rozalcool: Confiança e Visão (02:45–03:30, 45s)
Locação: Escritório da Rozalcool ou ambiente externo com vista da fábrica ao fundo.
Personagens: Jader (proprietário da Rozalcool) em entrevista + Jorge em interação.
Objetivo: Validar o case com a voz do dono. Trazer a perspectiva do empresário que precisava tomar uma decisão de investimento de capital relevante.
Jader: “Quando a LOU Energia nos apresentou a proposta do BESS, a primeira reação natural foi de cautela. Armazenamento em baterias de grande porte ainda é novidade para a maioria dos industriais no Brasil. A gente sempre ouviu falar em gerador a diesel para horário de ponta, mas diesel traz ruído, fumaça, custo de combustível fóssil e manutenção frequente. O que nos convenceu no projeto do Jorge foi a precisão da engenharia e a clareza do retorno financeiro. Os números faziam sentido, o payback era rápido e a LOU assumiu a responsabilidade integral do projeto.”
B-roll: Jader caminhando pela fábrica, conversando com encarregados. · Jader e Jorge examinando o container do BESS juntos. · Aperto de mão e troca técnica profissional entre cliente e integrador.
Gráficos: Lower third: JADER — Proprietário, Rozalcool Agroindustrial
Câmera: Entrevista em duas câmeras: Câmera A em plano médio frontal (50mm, f/2.0), Câmera B em plano detalhe lateral (85mm, f/1.8).
Tom: Natural, reflexivo, empresário que pondera e decide.
Cena 06 — A Solução BESS: Engenharia e Especificação (03:30–04:20, 50s)
Locação: Ao lado do container BESS da LOU Energia, área externa da subestação.
Personagens: Jorge Lewis ao lado do sistema.
Objetivo: Apresentar a máquina com profundidade técnica. Explicar dimensionamento, química das células, sistema de proteção e inteligência de controle.
Jorge: “Aqui está a resposta para esse desafio. Este é o sistema BESS que projetamos e comissionamos para a Rozalcool. São baterias de Lítio-Ferro-Fosfato — a tecnologia LFP —, reconhecida mundialmente pela estabilidade térmica e ciclo de vida superior a seis mil ciclos. Nós especificamos uma potência nominal de mil quilowatts com capacidade útil de dois mil cento e cinquenta quilowatt-hora. Isso significa que o sistema tem energia suficiente para alimentar a indústria durante todo o horário de ponta sem qualquer interrupção, com chaveamento em milissegundos e controle térmico inteligente via HVAC de precisão.”
B-roll: Planos detalhados do exterior do container com acabamento industrial. · Detalhe das portas técnicas, sistema de supressão de incêndio (NOVEC/Aerosol). · Unidades de climatização HVAC funcionando. · Racks internos de baterias com LEDs indicadores em operação.
Gráficos: Modelagem 3D explodida do container: Racks de LFP, Inversores PCS, Sistema HVAC e BMS Central.
Câmera: Jorge em plano médio-aberto com o container compondo; reveal do container ao abrir a porta.
Tom: Orgulho profissional contido, entusiasmo técnico, domínio absoluto de cada componente.
Cena 07 — Do Projeto à Conexão: O Desafio da Engenharia (04:20–05:05, 45s)
Locação: Subestação transformadora, cabine de média tensão, Jorge apontando para cubículos e transformador.
Personagens: Jorge Lewis.
Objetivo: Demonstrar a competência em engenharia elétrica de conexão. Mostrar que integrar BESS em média tensão exige conhecimento regulatório, proteção e coordenação com a concessionária.
Jorge: “Instalar um container no pátio é apenas a ponta do iceberg. O verdadeiro diferencial da LOU está no que acontece aqui na subestação. Nós estamos falando de uma conexão em treze ponto oito quilovolts. Isso exigiu estudo de coordenação e seletividade de proteção, parametrização de relés digitais, integração com o sistema de supervisão existente da fábrica e conformidade rigorosa com os procedimentos de rede da concessionária local. A LOU cuidou de cada etapa: do projeto executivo à homologação final, garantindo que o sistema opere com segurança máxima para os colaboradores e para os equipamentos da indústria.”
B-roll: Detalhes de relés de proteção digitais com leituras de corrente e tensão. · Barramentos de cobre, terminações de cabos de média tensão, isoladores. · Jorge verificando parâmetros em computador conectado à porta serial do relé. · Diagrama elétrico unifilar com assinaturas e anotações técnicas.
Gráficos: Diagrama unifilar animado em linhas amarelas sobre fundo escuro: Rede Concessionária 13,8 kV ↔ Transformador ↔ PCS BESS ↔ Carga da Fábrica.
Câmera: Planos firmes em tripé dentro da subestação; Jorge apontando em plano médio.
Tom: Técnico, seguro, autoridade de quem assina o projeto.
Cena 08 — Operação Inteligente: Como o Sistema Atua (05:05–05:55, 50s)
Locação: Jorge com tablet mostrando o software de EMS (Energy Management System), intercalado com planos do container operando.
Personagens: Jorge Lewis.
Objetivo: Explicar a lógica de funcionamento automatizada (Peak Shaving e Energy Arbitrage) sem necessidade de intervenção humana da fábrica.
Jorge: “O sistema é cem por cento autônomo. Ele não depende de nenhum operador da fábrica apertar um botão. Durante a madrugada e ao longo do dia, quando a energia da rede está com a tarifa mais baixa, o EMS — nosso sistema de gestão de energia — carrega as baterias de forma controlada, respeitando a demanda contratada da fábrica. Exatamente às dezessete e trinta, o sistema assume. A rede elétrica é aliviada instantaneamente e a Rozalcool passa a rodar com energia pura armazenada no BESS. Às vinte e trinta, quando o horário de ponta encerra, o sistema desacelera suavemente e a rede retoma a alimentação normal.”
B-roll: Telas do EMS mostrando o nível de carga (SOC) subindo de 20% para 98%. · Transição de luz no ambiente da fábrica simulando a chegada do entardecer. · Indicadores luminosos do inversor PCS mudando de Standby para Discharge.
Gráficos: Curva do relógio: 00:00–17:30 Carregamento inteligente (amarelo claro) · 17:30–20:30 Despacho BESS total (amarelo forte — economia ativa) · 20:30–23:59 Regime regular
Câmera: Insert do tablet em close; timelapse da transição dia → entardecer.
Tom: Calmo, explicativo, confiante na automação.
Cena 09 — Segurança, Confiabilidade e Telemetria (05:55–06:40, 45s)
Locação: Sala técnica ou ambiente com monitores exibindo dashboard de telemetria da LOU.
Personagens: Jorge Lewis.
Objetivo: Desmistificar medos comuns de industriais (risco de fogo, queima de equipamentos, perda de suporte). Apresentar o monitoramento 24/7 da LOU.
Jorge: “Para um diretor industrial, segurança e disponibilidade são inegociáveis. Por isso, este sistema conta com múltiplas camadas de proteção: monitoramento de temperatura célula a célula pelo BMS, sistema automático de supressão de incêndio, redundância de controle térmico e proteção contra surtos em múltiplos estágios. Além disso, da sede da LOU Energia, nosso time de engenharia monitora este sistema vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Corrente, tensão, temperatura, ciclos e estado de saúde das baterias são acompanhados em tempo real com diagnóstico preditivo.”
B-roll: Dashboard em monitor ultrawide com mapas de calor das células do BESS. · Engenheiro no escritório analisando gráficos de telemetria. · Detalhe de sensores de temperatura e fumaça instalados no interior do container. · Notificações de sistema operacional limpo ("Status: 100% Saudável").
Gráficos: Dashboard: SOC 96% · SOH 99.8% · Temp Média 23.4°C · Disponibilidade 99.9%
Câmera: Ambiente escuro iluminado pelos monitores; planos com reflexos de tela.
Tom: Tranquilizador, preciso, responsável.
Cena 10 — Resultados e Economia: Os Números Reais (06:40–07:35, 55s)
Locação: Jorge em espaço bem iluminado, direto para a câmera, com gráficos sólidos ao fundo ou ao lado.
Personagens: Jorge Lewis.
Objetivo: O clímax comercial do vídeo. Revelar os dados financeiros comprovados em faturas pós-comissionamento.
Jorge: “Agora vamos ao que realmente interessa para qualquer conselho de administração: os resultados financeiros comprovados. Desde o primeiro dia de operação, o custo de energia da Rozalcool no horário de ponta caiu cerca de oitenta e cinco por cento. Em números absolutos, nós estamos falando de uma economia líquida recorrente que varia entre noventa mil e cento e vinte mil reais todos os meses. Isso representa mais de um milhão e duzentos mil reais economizados por ano, que antes iam direto para a concessionária e hoje ficam no caixa da empresa para reinvestimento. Com esse nível de economia, o investimento total no BESS se paga em cerca de três anos.”
B-roll: Faturas de energia reais comparadas lado a lado (Antes vs. Depois). · Jorge apontando para dados técnicos e gráficos na tela. · A fábrica em pleno funcionamento noturno, iluminada e produtiva.
Gráficos: R$ 90.000 a R$ 120.000/mês (Economia Líquida) · R$ 1.2M a R$ 1.4M/ano (Impacto no EBITDA) · ~85% de redução no custo da ponta · Payback projetado: ~36 meses
Câmera: Plano médio frontal, olho na lente; push-in lento ao longo da fala.
Tom: Firme, categórico, ancorado em dados incontestáveis.
Cena 11 — A Palavra do Cliente: O Impacto no Negócio (07:35–08:15, 40s)
Locação: Jader no ambiente industrial da Rozalcool, com a fábrica operando ao fundo.
Personagens: Jader (proprietário da Rozalcool).
Objetivo: Testemunho emocional e estratégico de quem confiou na LOU Energia e obteve o retorno prometido.
Jader: “Hoje, quando vejo a fábrica rodando no horário de ponta com a tranquilidade que a gente tem, eu sei que tomamos a decisão certa. A economia que o Jorge prometeu nos estudos não ficou no papel: ela apareceu na fatura desde o primeiro mês. Mas além do dinheiro, o que a gente mais valoriza na LOU foi a postura técnica. Eles não empurraram equipamento; eles entregaram engenharia, cumpriram prazos e estão presentes até hoje na operação. Para quem tem indústria pesada e consome muita energia, ter um BESS com a LOU não é custo, é vantagem competitiva pura.”
B-roll: Jader observando a linha de produção com orgulho. · Jorge e Jader em conversa descontraída no pátio da fábrica. · Planos poéticos da indústria com luz de fim de tarde.
Gráficos: Lower third (reaplicação opcional): JADER — Proprietário, Rozalcool Agroindustrial
Câmera: Câmera lenta suave (60fps), planos cinematográficos com profundidade de campo rasa.
Tom: Espontâneo, grato, seguro, com credibilidade empresarial genuína.
Cena 12 — Encerramento: O Futuro da Energia Industrial (08:15–08:40, 25s)
Locação: Jorge Lewis em plano aberto com o container BESS e a fábrica da Rozalcool ao entardecer/noite.
Personagens: Jorge Lewis.
Objetivo: Call to Action elegante para industriais e decisores, fechando o documentário com visão de futuro e autoridade.
Jorge: “O que nós fizemos aqui na Rozalcool não é um experimento isolado. É o novo padrão de eficiência energética para a indústria brasileira de alta demanda. Se a sua empresa ainda enxerga a fatura de energia como uma fatalidade sem controle, é hora de conversar com quem faz engenharia de verdade. Nós somos a LOU Energia. Nós transformamos o armazenamento de energia em rentabilidade para o seu negócio.”
B-roll: Câmera subindo em drone afastando de Jorge até revelar toda a fábrica iluminada contra o céu escuro. · Letreiro luminoso ou placa do BESS iluminada.
Gráficos: Logo da LOU Energia em branco e amarelo sobre preto absoluto. · Engenharia em Armazenamento de Energia | louenergia.com.br
Câmera: Plano aberto fixo para a fala; drone subindo e afastando no fechamento.
Tom: Olhar direto para a câmera, fechamento com impacto, pausado e seguro.
